sábado, 30 de agosto de 2014

Vestidos de Festa que valorizam o corpo










*Detalhes da diagonal : bordados , drapeados nessa direção ajudam a alongar a silhueta e valorizar as curvas.
*Detalhes na vertical : bordados , recortes nessa direção deixam a peça mais longilínea . 
*Modelo Sereia : o modelo justo no quadril que abre na altura do joelho delineia as silhueta deixando a mulher mais curvilínea.
*Decote V : é um decote que valoriza o colo e alonga o pescoço .
*Detalhes no colo : chamam atenção para parte superior do corpo , valorizando o rosto e o colo.
*Tecidos Leves : A leveza e movimento dos tecidos deixam o look mais elegante e glamouroso.
* Mangas : Muitas gordinhas não gostam de mostrar o braço , opte por peças rendadas sobrepostas ao vestido.

Fotos: Simone Fiuza para a marca Sueli Calliman 


Noivas plus size

Vestido "Estilo Sereia" para Noivas Plus Size, Porque não?!

Este modelo pode sim ser usado por noivas plus size e ficar super harmonioso e elegante.

Porém, tomar alguns cuidados para não errar, é super válido!
O ideal é que as proporções do corpo estejam harmônicas, isso independe do manequim.

A dica é buscar referências de profissionais da área que vão saber entender o seu sonho e produzir o seu formato de vestido ideal ;)





sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Os chocolates, a metafísica e a patrulha contra os gordos

Trocamos o prazer à mesa pelos cálculo de nutrientes, comprimidos e shakes milagrosos. É como substituir o orgasmo pela mera atividade reprodutiva
por Matheus Pichonelli  Carta Capital
Carmem, personagem de Daniela Ricón em Paraíso

Quem assistiu ao filme Paraíso, de Mariana Chenillo, sabe o que o escritor Michael Pollan quer dizer quando analisa a diferença entre comer comida e comer nutrientes na sociedade atual. Meio drama, meio comédia, o filme produzido por Gael Garcia Bernal é um retrato bem acabado das ansiedades do nosso tempo. Conta a história de um casal que vive de fato no paraíso até resolver se mudar para a cidade grande e se deparar com uma espécie de pecado original. Até ali, um parece feito para o outro: são companheiros, saem para dançar, têm uma vida sexual ativa, compartilham os mesmos hábitos e gostos e chamam um ao outro de Gordo e Gorda.
Isso não parece ser um problema até conhecerem, em uma festa, os novos amigos da nova empresa de Alfredo (Andrés Almeida), um banco sediado na Cidade do México. No evento, Carmen (Daniela Rincón) se depara com outro tipo de etiqueta: as mulheres são magérrimas, usam sempre vestido escuro (o dela é azul), têm cabelos longos e lisos e cravam o chão com sapatos de salto agulha como se andassem sobre algodão. Ao entrar no banheiro, ela ouve a conversa entre duas colegas do marido, que juram ter sentido nojo ao ver o tamanho do casal. “Já imaginou os dois transando?”, diz uma, entre risos. A outra fulmina: eles parecem ter saído de um quadro de Fernando Botero.
Ao testemunhar o diálogo, Carmen descobre o horror. Passa a não sair mais de casa e desenvolve uma obsessão pelo próprio peso, alvo de fuxico e rejeição no novo círculo social. Mergulha assim em um mercado patrulheiro do peso, adepto de táticas motivacionais que transformam as metas de emagrecimento em uma questão moral. No mundo contemporâneo, mostra a cineasta, o peso e a relação com a comida são duas entre outas tantas métricas criadas para dividir a humanidade entre vencedores e vencidos.
Em casa, Carmen tenta implementar novos hábitos alimentares. E convence o marido a acompanha-la no sacrifício. Ele reluta, mas aceita e se empolga. Resultado: ele emagrece, ela não. E quanto menos ela emagrece, mais se culpa, mais se angustia, mais se esconde...e mais ela come.
A mudança de hábitos provoca estragos consideráveis naquela casa. Ao deixar de sentar na mesma mesa e compartilhar os mesmos alimentos, o casal passa a se distanciar. A falar outra língua. A criar áreas de atrito até então inexistentes.
O filme, de alguma maneira, mostra que o prato levado à mesa não é só um prato. É uma espécie de catalisador das dores ou das delícias ao redor. Em nosso circulo social é preciso, como na música, saber da piscina, da margarina, da carolina, da gasolina; é preciso saber inglês, o que sabemos e o que não sabemos mais. E é preciso calcular níveis de nutrientes e antioxidantes e entrar numa espiral de paranoia para ter uma vida amarrada e...saudável. Saudável? Sim, em nome desse conceito e de um peso dito ideal, tão autoritário quanto inalcançável, muitos aceitam praticar um exercício de automutilação cada vez mais comum. Tomamos comprimidos para não sentir fome, shakes emagrecedores para substituir a refeição e nos entupimos de porcariazinhas sem gosto ao longo dos dias para não chegar em casa com a tentação de subir ao paraíso pelo garfo de espaguete.
Quando isso acontece, dormimos mal – muitos só encontram alívio com o dedo indicador do refluxo gástrico. E nos deparamos cada vez mais com controles internos e eternos, que começam no programa de estúdio com cores amenas na tevê e terminam na fila do fasto food. Por isso sentamos à mesa e ouvimos dos acompanhantes: “você vai MESMO comer isso?”.
É uma condenação semelhante à enfrentada pelo ato sexual em outros séculos: só pode se for bem comportado – e, em nome disso, substituímos a experiência do prazer pela urgência da dor, da culpa, do compromisso. Pois o prazer de se sentar à mesa passa pelo mesmo processo. É como abrir mão do orgasmo para viver como meras entidades reprodutivas.
Em sua passagem ao Brasil, Michael Pollan concedeu uma série de entrevistas a respeito da nossa relação com os alimentos, tema de seu mais recente livro. Em uma delas, para a revista Vila Cultural, o escritor americano fez uma série de alertas sobre nossa “compreensão superficial” da comida, hoje relacionada a combustível, energia ou entretenimento – e sobre a qual as receitas de sucesso do momento criam relação direta com o tempo (“Cozinhe em cinco minutos”, “Perca 5kg em dois dias”, etc).
Uma aparente contradição desses tempos, defende o autor, é que as dietas da moda são incentivadas pela própria indústria alimentícia, que usa promessas de benefícios para a saúde e, no fim, nos leva a comer cada vez mais. Isso só demostra uma coisa: no meio da patrulha, ficamos simplesmente alienados em relação ao que comemos – e ao modo como comemos e ao impacto que esse modo produz nas nossas relações sociais, como mostra o filme de Mariana Chenillo.
“Hoje, quando vemos a promessa em um menu de que determinada comida tem poucos carboidratos, automaticamente pensamos que se trata de comida saudável e, assim, podemos comer maiores quantidades. As pessoas acabam comendo compulsivamente. Comem um excesso de ‘comidas saudáveis’. A obsessão com os nutrientes é uma receita para desenvolver ansiedade de comer, e ficar preocupado o tempo todo não é bom para a saúde. Comemos comida, e não nutrientes”.
As palavras do autor americano me levaram a visualizar os personagens dessa patrulha (a maioria entre sorrisos nas capas de revistas de saúde e boa forma). Desde então passei a trucida-los em meus pratos com meus garfos, minhas facas e meus carboidratos.
Ao fim da entrevista, e do filme, lembrei que, dias atrás, meu filho de um ano e um mês provocou uma avalanche de ansiedades entre adultos saudáveis ao ser flagrado com a boca suja de chocolate em uma foto no Facebook. Houve gente que chegou a questionar nossa coragem de dar a ele algo tão condenável. Só então entendi o que Fernando Pessoa escreveu na suaTabacaria: “Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates”.

O melhor jeans para a silhueta plus size

Independentemente do tipo físico, comprar uma boa calça jeans não é uma tarefa fácil. Confira algumas dicas de como fazer a escolha certa sem sofrimento e a valorizar ainda mais as suas curvas.


Blazer de sarja, Passarela.com, R$ 170. Top de couro sintético, Olook, R$ 60. Bolsa, Bagaggio, R$ 140. Cinto, Zinco, R$ 114. Jeans, Program, R$ 170. Botas, Dumond, R$ 460.
Foto: Cadu Maya
Apesar da calça jeans ser a melhor aliada do closet da mulher, escolher o melhor modelo para valorizar o seu tipo físico exige alguns cuidados. Carolina Selema tem 31 anos, veste o manequim 48 e diz que os modelos que mais se adaptam ao seu shape plus size são os estruturados com stretch, que deixam a silhueta mais slim. Para complementar o look, ela aposta nos blazers acinturados com cinto para disfarçar a barriguinha. 
1. Lunender, R$ 206. 2. Wish Fashion, R$ 104. 3. Marisa, R$ 90.
Fotos: Cadu Maya
A blogueira plus size do Entre Topetes e Vinis, Ju Romano, é expert em dar dicas de como escolher peças que valorizem o seu tipo físico. Segundo ela, apesar de afirmarem que a calça de corte reto é a mais indicada, o modelo desvaloriza as curvas. "Eu prefiro os modelos justos na coxa e que afinam no tornozerlo, como a skinny, ou os modelos que realmente assumam volume na parte de baixo, como a flare".
Foto: Arquivo Pessoal
De acordo com ela, os modelos com elastano são ideais para dar mobilidade, além disso, a cintura alta ajuda a não dividir as gordurinhas laterais ao meio e deixar marcado. Para Ju, o importante é não ter vergonha do seu tamanho, por maior que ele seja. "A maior dica é procurar uma calça do seu tamanho, porque comprar uma peça esperando emagrecer ou acreditando que irá lacear é besteira. Você encosta a calça e gasta dinheiro à toa", indica ela. 

Madrinha de casamento plus size: dicas para acertar na produção


Foto: GettyImages
Escolher o vestido ideal para acompanhar a noiva no dia de seu casamento não é tarefa das mais fáceis, e se você é dona de um corpo mais curvilíneo, ainda mais dúvidas podem surgir na hora de compor o look. Mas acredite: não é tão difícil quanto parece. Com o tecido certo, recortes estratégicos e detalhes poderosos, o sucesso está garantido.
O primeiro passo para escolher o vestido, é conhecer seu próprio corpo. Destaque seus pontos fortes, como o colo. Por isso, decotes em V são bem-vindos. Tecidos fluidos também são melhores amigos neste momento, pois não marcam e garantem o caimento ideal.
É de extrema importância que a madrinha esteja em constante contato com a noiva, pois só assim ambas ficarão satisfeitas com o resultado, mas caso a estrela da festa deixe suas madrinhas livres para escolher o modelo e a cor do vestido, aposte peças com bom corte e prefira cores que, além de combinar com o seu tom de pele, também disfarcem as gordurinhas. Produções monocromáticas e até mesmo estampas de fundo escuro podem causar esse efeito. Mas lembre-se: o preto e o branco são expressamente proibidos, ok?

Foto: GettyImages
Brilhos estão permitidos, tanto na roupa, como nos acessórios escolhidos, por isso, saiba posicioná-los para que não pesem o visual. Se optar por um máxicolar, prefira bordados mais discretos ou que fiquem longe do colo. O equilíbrio é essencial!
Nos pés, sapatos que deixam o peito do pé à mostra são perfeitos para alongar a silhueta. Prefira tons neutros, como nude. Assim, além do efeito alongado, a cor do sapato não brigará com o tom escolhido para o vestido.
Para os dias frios, as echarpes funcionam para aquecer e dar um charme a mais, o toque que faltava à produção. 

Outras dicas para arrasar nas noites de festa, você encontra no vídeo abaixo. Nele, Patrícia Bonaldi, estilista expert no assunto, revela truques infalíveis. Aperte o play!



quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Taynná Pina, de 'Hoje é dia de Maria', se lança como modelo plus size



Quem lembra da Joaninha, a menina comilona e mimada da primeira temporada de "Hoje é dia de Maria", leva um susto ao ver Taynná Pina, hoje prestes a completar 18 anos, posando de lingerie e batom vermelho com ar sensual. Cheia de atitude, Taynná, que na minissérie contracenou com Fernanda Montenegro, está se lançando como modelo plus size. 
A jovem nunca desistiu da carreira de atriz e após o trabalho na minissérie de Luís Fernando Carvalho fez participações em outros programas de TV, além de aulas de interpretação no grupo de teatro infantil de Luciana Coutinho durante seis anos. Nessa nova empreitada, ela busca inspiração na modelo brasileira Fluvia Lacerda - conhecida mundialmente e considerada a "Gisele Bündchen do plus size", a atriz Fabiana Karla e a curvilínea Kim Kardashian. Para divulgar o novo trabalho, Taynná posou com looks sexy e mostrou toda sua sensualidade em um ensaio fotográfico para as lentes do fotógrafo Pino Gomes.
Em conversa com o EGO, ela contou que pretende conciliar a carreira de atriz com os trabalhos como modelo e disse que não teme críticas, apesar de admitir ter sentido a pressão do mercado para se enquadrar no padrão de beleza das mulheres magérrimas que estrelam os principais programas de TV. "A crítica faz parte independente do padrão de beleza. Se eu falar que nunca senti essa cobrança estaria mentindo. Mas eu sempre fui muito bem resolvida com meu corpo, sempre fui muito alto astral", afirmou.
Taynná disse que foi com o bom humor que driblou o preconceito na escola. "Sempre fui brincalhona e divertida. Eu vivia rodeada de amigos", comentou. E para quem sofre por estar acima do peso, a atriz aconselhou: "Sabe, acho que essas meninas precisam acreditar mais  nelas mesmas. Independente do peso o que importa é você estar se sentindo bem".
Taynná Pina (Foto: Gianne Carvalho/TV Globo e Pino Gomes/Divulgação)Taynná Pina (Foto: Gianne Carvalho/TV Globo e Pino Gomes/Divulgação)


Taynná Pina (Foto: Pino Gomes/Divulgação)Taynná Pina (Foto: Pino Gomes/Divulgação)
Taynná Pina (Foto: Pino Gomes/Divulgação)Taynná Pina (Foto: Pino Gomes/Divulgação)

Taynná Pina (Foto: Pino Gomes/Divulgação)Taynná Pina (Foto: Pino Gomes/Divulgação)Taynná Pina (Foto: Pino Gomes/Divulgação)
Taynná Pina (Foto: Pino Gomes/Divulgação)
Taynná Pina (Foto: Pino Gomes/Divulgação)Taynná Pina (Foto: Pino Gomes/Divulgação)
Taynná Pina (Foto: Pino Gomes/Divulgação)Taynná Pina (Foto: Pino Gomes/Divulgação)fonte: Ego

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Aline Zattar, faz ensaio sensual: 'Me senti muito bem'

Aline Zattar é modelo plus size e posou em ensaio
sensual (Foto: Divulgação/Gina Stocco)

Depois de aparecer com uma cinturinha mais fina na Fashion Week Plus Size, em São Paulo, e levantar suspeitas de que teria se submetido a uma lipoaspiração, Aline Zattar -  Miss Brasil Plus Size - mostrou muito mais curvas do que só as da cintura. Ela fez um ensaio sensual para a fotógrafa Gina Stocco, que vai integrar uma exposição que pretende revelar a beleza de mulheres fora dos padrões e ajudar a acabar com preconceitos.
Aline foi a primeira plus size a posar e falou sobre a expectativa do trabalho, até então inédito para ela.

"Eu me senti muito bem posando. Sempre quis fazer um ensaio sensual, mas nunca tive coragem. Achei que me sentiria mal. Mas a coisa foi fluindo, e eu me senti tranquila. Talvez porque eu esteja em um momento mais madura. Mas acredito que se fosse há um ano teria muito receio e me sentiria intimidada", disse ela ao EGO.

Aline Zattar (Foto: Divulgação/Gina Stocco)Aline Zattar diz que sempre quis fazer fotos assim (Foto: Divulgação/Gina Stocco)

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Aline Zattar (Foto: Divulgação/Gina Stocco)Ela não ficou nervosa durante o ensaio (Foto: Divulgação/Gina Stocco)
Aline Zattar (Foto: Divulgação/Gina Stocco)E mostrou o corpão para a fotógrafa (Foto: Divulgação/Gina Stocco)
Aline Zattar (Foto: Divulgação/Gina Stocco)Aline Zattar em pose sensual  (Foto: Divulgação/Gina Stocco)
Aline Zattar (Foto: Divulgação/Gina Stocco)E provocante  (Foto: Divulgação/Gina Stocco)
Aline Zattar (Foto: Divulgação/Gina Stocco)Ela só topou o trabalho por se considerar mais madura (Foto: Divulgação/Gina Stocco)fonte: Ego

Dica de Cinema: Paraíso



Filme integrante da Mostra Premiére Latina do Festival do Rio que acontece em setembro e outubro, Paraíso, traz a recorrente discussão sobre ser/estar gordo e todos a complexidade de sentimentos envolvidos. Vale a pena asssitir. 

Sinopse:
Namorados desde a infância, Carmen e Alfredo vivem felizes em um município próximo à Cidade do México. Quando Alfredo é promovido, o casal é obrigado a se mudar para a capital e se adequar à rotina da metrópole. Os novos valores e relações fazem os dois encarar uma condição antiga, mas que pouco os preocupou até aqui: ambos estão bastante acima do peso. Incomodados com os comentários maldosos que chegam aos seus ouvidos, os pombinhos decidem trocar donuts por saladas. Mas novos problemas surgem quando apenas um deles começa a emagrecer.

Gênero: Romance, Comédia
Censura: A definir
Direção: Mariana Chenillo
Elenco: Andrés Almeida, Daniela Rincón, Camila Selser


Direção, roteiro e montagem
Mariana Chenillo

Produzido por Gael García Bernal. Toronto 2013.











Veja o trailer


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

15 motivos pelo qual toda mulher deveria usar uma bela lingerie

De lingerie a Dita Von Teese entende! Para listar alguns exemplos, ela já assinou uma coleção de lingeries coleção para a Wonderbra, para a empresa australiana Lime Door, também lançou a coleção Von Follies em parceria com a Target e mais recentemente uma linha de lingeries em parceria com Bloomingdale’s. Isso sem contar a sua coleção pessoal que é fazer de suspirar!
O bom é que ela entende mas não é egoísta e compartilha do seu conhecimento. Ciente disso, a revista Flaunt pediu para a Diva Burlesca que ela listasse 15 motivos pelo qual toda mulher deveria usar uma bela lingerie por baixo da roupa. São dicas preciosas. Confira:
Dita1
1. Uma lingerie bonita e funcional cria momentos de glamour e luxo na vida cotidiana.
2. A lingerie é uma forma de auto-expressão. Não importa qual é o seu estilo de se vestir, você pode criar uma personagem secreta por baixo de suas roupas.
3. Dar-se o luxo da lingerie é saborear o ritual de ser mulher.
4. A lingerie faz com que você se sinta desejável, e quando você se sente desejável, você se torna desejável!
5. A lingerie deixa você acentuar o que há de melhor no seu corpo e esconder imperfeições. A lingerie pode ajudar nossa autoconfiança.

Dita3
6. A lingerie é uma arma potente no jogo da sedução.
7. A prática diária da auto sedução com a lingerie torna espontânea a prática de seduzir os outros.
8. Cintas-ligas e meias-calça são clássicas, elegantes e eróticas.
9. A lingerie cria excitação.
10. A lingerie mostra que você é aventureira.

Dita2
11. A lingerie apela para um orgão sexual muito importante… O cérebro.
12. Torna aquela brincadeira gostosa de desabotoar ainda mais divertida.
13. A lingerie cria memórias estéticas do que acontece no quarto.
14. Nenhum striptease é completo sem lingerie.
15. A lingerie é um degrau vital na criação do glamour e do avanço na arte da sedução.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O que Ashley Graham realmentepensa sobre o termo "Plus Size"


Ashley Graham já percorreu um longo caminho desde os dias em que seu comercial de lingerie foi banido do FOX e ABC .
Hoje, ela tem um cobiçado lugar no time da IMG ,  recentemente fez uma série de diferentes de revistas e é uma das mais populares modelos plus-size.
No entanto, mesmo que ela agora trabalha em uma indústria mais inclusiva, Graham admite que ainda há um longo caminho a percorrer. Nós conversamos com a linda sobre tudo, desde o seu ponto de referência para a igualdade de corpo e como ela realmente se sente sobre a palavra plus-size.
Sobre o que realmente inspira:
Não há uma pessoa que me inspira. As pessoas que me fazem querer me manter fazendo o que estou fazendo, são todas as meninas cheias de curvas, e todas as mulheres jovens que odeiam seus corpos.  Eu sei que estou aqui por elas. Elas são as únicas que me dão força. Recentemente criamos a ALDA onde mulheres de todas as idades podem nos ver como referência. Elas aprendem existem modelos com curvas.  E que é possível ter celulite e ainda ser saudável. É por isso que eu estou fazendo o que estou fazendo.



Qual o ponto de referência para a igualdade de corpo:
Acho que temos um longo caminho a percorrer, mas estamos indo na direção certa. Este é o maior progresso que já vi em 15 anos de modelagem. Não vai ser um momento, mas quando vemos a consistência de meninas cheias de curvas na passarela e em capas de revistas, que será o ponto de referência real.
Sobre a forma como ela perdeu - e recuperou a sua auto-estima:
Quando me mudei para Nova York - Foi-me dito pelo meu agente que eu precisava perder peso. Esse foi o momento em que minha auto-estima começou a descer. Mas eu tinha que entender porquê - foi porque essas pessoas me diziam que eu era gorda e eu não vou mais trabalhar? Eu tinha que descobrir onde eu estava confortável. Eu não sabia cozinhar, estava comendo mal. Depois que eu descobri essas coisas em minha mente, meu estômago e meu coração- que é quando minha auto-estima começou a voltar. Eu preciso perder 20 quilos, eu  só tenho que ser mais feliz.
Sobre a forma como ela realmente se sente sobre a palavra plus-size:
Eu conheci mulheres que não se importam se eles são chamados plus-size e as outras mulheres que dizem que odeiam - que tem uma conotação negativa. No final do dia, eu sei quem eu sou. Eu sou uma modelo, e eu estou cheia de curvas. A indústria da moda passa a chamar-me plus-size, mas se você olhar na lista de IMG não há divisão. Sou modelo, em primeiro lugar, e se você tem que me categorizar como curvy ou plus-size, tudo bem.



Sobre o que ela diria para uma aspirante a modelo
Certifique-se de que você sabe por que você quer fazer isso. A modelagem é gratificante de tantas maneiras e ingrata em tantos outras. Se você entrar nessa indústria  e isso acaba por não for a melhor coisa para você, por que fazer isso? Há tantas mais carreiras que são tão gratificante quanto a modelagem.
O que pensa sobre Photoshop:
Eu tenho celulite...  e eu sou grato que eles levam isso para edições de fotos. Um pouco é bom, e há um tempo e um lugar para ele. Por outro lado, se você está transformando o meu corpo em algo que não é,  eu não estou bem com isso.




Como você cuida do seu corpo:
Eu faço exercícios com o meu treinador, três dias por semana, dependendo do meu horário. Eu gosto de publicá-las no meu Instagram com a hashtag #curvyfitclub. E eu trabalho duro e suficiente a ponto de que eu posso comer o que eu quero. Eu amo o meu suco verde e legumes ... mas eu também adoro uma grande pizza torta e depois tome a crosta e mergulhá-lo em Nutella.
Então, basicamente, além de ser um modelo de grande sucesso, ela é também a nossa nova pessoa favorita no mundo. Clique aqui para mais de Ashley Graham no Twitter.











fonte: huffingtonpost